Mais uma vez Bond, James Bond nos deixa sem piscar diante de sua vigésima terceira aventura como agente da inteligência britânica. Daniel Craig conseguiu encarnar o agente inglês que sempre encanta com sua classe imbatível. Parece que ele sempre foi Bond.Dessa vez, nosso agente querido está mais cansado, ferido e sua idade já revela algumas dificuldades que ele consegue superar brilhantemente. O que permanece intocável é seu espírito galanteador que continua arrebatando lindas mulheres.
Não faltou nessa trama o vilão que nos faz ficar inquietos na poltrona pensando: Caramba! Esse diabo não morre nunca?! Com trejeitos e tom sarcástico o sujeito ruim até cativa nosso coração. Deus nos livre de um inimigo como Raoul Silva. Esse é mal mesmo e pior, é astuto pra caramba. Javier Bardem deu um show de brilhante interpretação e nos fez sentir medo de um cara como ele. Parece que ele é maluco daquele jeito mesmo... Na poltrona do cinema, resmunguei, sofri, tive raiva e compaixão desse sujeito tão rancoroso. Ser um ex agente da MI6 explica tudo e até justifica uma mente muito extraordinária apesar de tão obscura.
O grande problema que me fez sair reclamando da sala de cinema, foi o desfecho da poderosa chefona "M". Puxa vida... Quem é que não gostava dela? Uma mulher muito poderosa, cheia de classe e destemida vivida inúmeras vezes por Judi Dench. Quando aparece uma faceta mais frágil e materna, que a envolve numa relação de afeto com Bond, inesperadamente temos que nos despedir? Ah não...
Em 145 minutos, vivi tudo quanto é tipo de sentimento... 007 Skyfall está no topo da minha lista de filmes extraordinários de 2012. Que delícia!
My name is Bond...
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