terça-feira, 24 de maio de 2011
Ei vento, páre de me empurrar!
Esses dias o vento está tão forte por aqui que chega a empurrar a gente ou gente tem que fazer força para andar. Nunca tinha vivenciado o vento com essa frequência. Não é chuva, apenas vento!
Hoje mesmo fiquei resmungando na rua, pois o vento estava me empurrando, me descabelando toda e eu não conseguia abrir os olhos pois havia entrado um cisco ou algo do tipo. Foi uma pane geral. Pensei: “Mas que coisa, que vento insistente!” Fui andando rápido e brava para conseguir entrar na estação do metrô e me livrar daquela ventania.
Quando entrei no metrô sentei e respirei fundo, enfim estava livre daquela situação afobada. Foi bom sentir o gostinho do ar parado, foi bom perceber que o vento ficou lá fora e eu consegui passar por ele, foi bom achar um abrigo e me recompor.
Agora fiquei pensando no vento e como ele me fez buscar uma solução rápida para sair daquela situação. Me descabelei, fiquei nervosa, porém não parei até conseguir chegar onde eu queria.
Não pude deixar de pensar que quero a brisa, mas quando ela se enfurecer e virar ventania, quero conseguir agir como hoje...
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